


Ao fundo, a famigerada casinha sanitária (capunga), para as necessidades fisiológicas.

Na foto, uma amostra das antigas cercas de ripas, tão comuns para separação de jardins e hortas.



Da esquerda a direita: Alzido Schroeder, Alfredo Bausewein e Erich Ritscher.


Alfredo Bausewein junto o com eletricista Arthur Mário Leduc cuidavam da geração de energia via motor/gerador e das linhas de distribuição e das linhas telefônicas da Maripá.
A foto é do ano de 1955.



Em primeiro plano, o telhado da casa comercial de Alfredo Nied; na sequência a Casa Progresso ( venda de calçados), de Amário Saatkamp.
À direita da Avenida Rio Grande do Sul: 1ª – é a casa comercial (com caminhão ao lado), de Irmãos Fidalski; logo em seguida, no outro lado, na esquina com a Rua Sete de Setembro, a casa comercial de Gualberto (Guni) Batscheke; depois o prédio da Casa Rieger; em seguida, as Lojas Tupinambá, de Ildefonso Portelinha; e, por último, a casa comercial de Carlos Kleemann.


Á direita, a casa comercial de Alfredo ainda hoje existente toda revitalizada.

A construção de madeira ainda existe hoje com algumas modificações e pertence ao sr. Werner Wanderer. Na esquina da Rua Men de Sá, a antiga residência do gerente da Maripá; na sequência o antigo grupo escolar e outro lado, defronte, a padaria e o bar e padaria da família. Mais para o fundo, vê-se o telhado do extinto Salão Wayhs.

Da esquerda a direita: em cima do caminhão e 2º e 3º – não identificados; 4º – Ewaldo Müller; 5º Frederico Bausewein e esposa (6ª) Matilde Maria (nascida Maier).
Á esquerda do caminhão, a pioneira Hilda Müller.



Essa usina fornecer energia para Toledo, Quatro Pontes, Marechal Cândido Rondon, Nova Santa Rosa e Palotina.



Em pé, Orlando Miguel Sturm. Agachados: Alfredo Bausewein ( treje escuro) e Eugênio Müller (de camisa branca, foi por muitos anos tesoureiro da Prefeitura Municipal de Marechal Cândido Rondon).

Da esquerda a direita: Erci Sturm, Ivo Pöttker, Orlando Miguel Sturm, Gernot Reuter e Alfredo Bausewein, fotografados durante baile no extinto Salão Wayhs.

De costas, primeira à direita, senhor Arlindo Alberto Lamb, coordenador-geral da organização e administração da grande exposição.
Primeira, à esquerda, o pioneiro e vereador Helmuth Koch




A 4ª pessoa, a direita, é o pioneiro Alfredo Bausewein.



Ao centro, o jovem pioneiro Alfredo Bausewein.


O jovem com calça de franja é Alfredo Bausewein.

Da esquerda a direita, dos sentados, a 4ª pessoa é Orlando Miguel Sturm.


Não se descobriu o motivo da entrega do troféu.
Á direita, Willy Carlos Trentini, primeiro cartorário de Marechal Cândido Rondon .



Da esquerda a direita:
1º – Rubens Luersen, 2º – Alfredo Bausewein, 3º e 4º – não identificados, 5º – Aylson Confúcio de Lima, 6º a 15º – não identificados; 16º – … Schmidt, 17º – Orlando Miguel Sturm, e 18ª a 21º – não identificados.

Da esquerda à direita: 1º – Alfredo Bausewein, 2º – Arno Roesler, 3º a 5º – não identificados; 6º – Waldomiro de Oliveira; 7º – Rubens Luersen, 8º – não identificado, 9º – Gerhard (Jipe) Reuter e 10º a 13º – não identificados.
Agachados: Ilácio Lemke, 2º a 4º – não identificados e 5º – Harraldo Altmann.

Da esquerda a direita: 1º e 2º – não identificados, 3º – Dorneles Jochims, Ehrenfried Welzel, 5º Erich Krepsky, 6º – não identificado; 7º – Atilio Debona, 8º – Orlando Miguel Sturm e 8º – Alfredo Bausewein.
Agachados: 1º – não identificado, 2º Aylson Confúcio de Lima, 3º – Hugo Feiden e 4º e 5º – não identificados.

Da esquerda a direita: 1º, 2º e 3º – não identificados, 4º – Zeno Kempfer, 5º – não identificado e 6º – Erich Krepsky.
Agachados: 1º e 2º – não identificados, 3º – Alfredo Bausewein, 4º, 5º e o deitado – não identificados.

Da esquerda a direita: 1º – Alfredo Bausewein, 2º – Arno Roesler, 3º – não identificado, 4º – Walter Ritter, 5º – Rubens Luersen, 6º – identificado, 7º – Atilio Debona, 8º – Gerhard (Jipe) Reuter, 9º – Harry Feiden e 9º – Orlando Miguel Sturm.
Agachados: 1º – Márcio Lemke (Vaca Braba), 2º – não identificados, 3º – Dimas Batisti, 4º – Harraldo Altmann e 5º – Arthur Bleich.

Da esquerda a direita:
1º – Arno Roesler, 2º – Guiñones; 3º – Orlando Miguel Sturm, 4º – Pedro…, 5º – Waldemar Werner (Prego) Lange, 6º – Bruno (Mixaria) Thiele; 7º – não identificado, e 8º – Alfredo Bausewein.
Agachados: 1º – Rubi Cassel, 2º – não identificado, 3º – Orides Fidalski, 4º – médico Aylson Confúcio de Lima, e 5º – Nei Zilmer (foi gerente do extinto Empório Toledo, filial de Marechal Cândido Rondon.
Esta foto foi feita no antigo campo que fica na atual Praça Dealmo Selmiro Poersch. Ao fundo, vê-se a primeira igreja católica de Marechal Cândido Rondon.

Da esquerda a direita: 1º – Nei Zilmer, 2º – não identificado, 3º Dorneles Jochims, 4º – Elói Fischer, 5º – não identificado, 6º – Arno Roesler e 7º – Ehrenfried Welzel.
Agachados: 1º Orides Fidalski, 2º – não identificado, 3º – Hugo Feiden, 4º João Fidalski e 5º – não identificado.

Da esquerda a direita: 1º – Dorneles Jochims, 2º – Ehrenfried Welzel, 3º – Eich Krepsky; 4º – João Fidalski, 5º – não identificado e 6º – Orlando Miguel Sturm.
Agachados: Orides Fidalski, 2º – médico Aylson Confúcio de Lima; 3º – Hugo Feiden, 5º – Nei Zilmer e 6º – não identificado.

Da esquerda a direita: 1º – Dimas Batisti, 2º – não identificado, 3º – Guiñones (de origem paraguaia), 4º e 5º – não identificados, 6º – Rubens Luersen (foi por muitos anos contador da prefeitura de Marechal Cândido Rondon), 7º – Atilio Debona, 8º – Arno Roesler, 9ª – senhora não identificada, e 10º – Alfredo Bausewein.
Agachados: 1º e 2º – não agachados, 3º – Márcio Lemke (
Vaca Braba), 4º – não identificado, 6º – Harraldo Altmann, 7º – Rui Luersen e 8º e 9º – não identificados. Menina também não identificada.



Da esquerda a direita: 1º – não identificado, 2º – Rubens Luersen, 3º ao 6º – não identificados.
Agachados: 1º – Márcio Lemke (Vaca Braba), 2º – não identificado, 3º – Rui Luersen, 4º Guilherme (Willy) Hiller, e 5º – Harraldo Altmann.
O pioneiro Alfredo Bausewein (mais conhecido pelo apelido de “Mosquito”¹) chegou de mudança a então vila de General Rondon, em 04 de abril de 1953, na companhia de seus pais Matilde Maria (nascida Maier) e Frederico Bausewein e irmãos Jorge e Jacó, procedente do município de Erechim, Rio Grande do Sul.
¹ Alfredo conta que o apelido originou-se porque ele simplesmente adormeceu (apagou) no alto de um poste de rede elétrica depois de participar de três noites de Carnaval, sem dormir. “As pessoas que passavam e me viram dependurado na escada no alto do poste, foram dizendo “olha lá um mosquito elétrico”, e fiquei com o apelido de “Mosquito”, o que nada me constrange. Lembra uma coisa que aconteceu na minha vida depois de três noites de muita diversão bonita e sadia”, justifica o pioneiro.
No começo a família se instalou na área rural da Linha Guavirá. Anos depois transferiu residência para uma chácara adquirida junto a cidade de Marechal Cândido Rondon, à esquerda da Rua Rio de Janeiro, sentido leste-oeste, nas proximidades do Hospítal Marechal Rondon. Atualmente, área de terra está loteada e praticamente todos os terrenos com moradias.
Com a experiência em eletricidade, o jovem Alfredo Bausewein chegou ao Paraná como contratado pela colonizadora Maripá para trabalhar na instalação e manutenção de redes de distribuição de energia elétrica, produzida a partir de equipamentos (motor e gerador)² instalados nas vilas implantadas pela empresa.
Alfredo não acompanhou a família para residir no interior. Permaneceu na vila por causa do contrato de trabalho. Morou em pensão.
Atuou também nos trabalhos de instalação e manutenção das linhas telefônicias instaladas pela Maripá em Marechal Rondon e em outros núcleos urbanos implantados no espaço geográfico do seu projeto de colonização.
O pioneiro foi o segundo eletricista que chegou em Marechal Cândido Rondon. O primeiro foi o senhor Arthur Mário Leduc que veio a esposa Zilda (nascida Pedrini) e os filhos Luiz e Lincoln, procedente de Joaçaba, SC, no ano de 1952. Em Marechal Cândido Rondon, nasceram as filhas Libera e Luiza.
Alfredo Bausewein nasceu na localidade de Chatão Grande, no município de Erechim, RS, em 06 de junho de 1934. Casou-se em Marechal Cândido Rondon com Iracema Müller, na Igreja Evangélica Martin Luther, em 25 de junho de 1965. Ela filha do casal pioneiro Hilda (nascida Walauer) e Alfredo Müller.
Atualmente, Alfredo é proprietário de uma empresa com serviços de autoelétrica e revenda de equipamentos e dispositivos a fins, à Rua Independência, em Marechal Cândido Rondon.